quinta-feira, outubro 04, 2007

Caso Ana Filipa/Esmeralda

«Ao fim de anos a ver batalhar pelos direitos das crianças é frustrante constatar que a justiça e a sociedade parecem continuar de costas voltadas. Quando acreditávamos que juízes e técnicos conseguissem esquecer quintinhas e patentes, na procura de uma solução que não sentenciasse esta criança a uma infância de pesadelo, descobrimos que, embora Portugal tenha sempre a melhor das leis, as decisões legais continuam tristemente longe do superior interesse dos pequeninos.» - Isabel Stilwell.


Comentário do SSAlternativo: de facto tenho que estar de acordo com a Editora do Destak. Temos sempre as melhores leis mas, no entanto, na prática elas não parecem estar a ser aplicadas. Este é um desses exemplos. Qual é o interesse superior desta criança? Desde que foi entregue pela mãe aos pais afectivos (para mim adoptivos, porque eles não raptaram a criança à mãe) eles não fizeram outra coisa senão cuidarem das suas necessidades básicas, dar-lhe carinho e amor. Que mais pode uma criança necessitar? Que mais pode esta criança ter com o pai biológico, que não tem com os pais com quem está desde os três meses? Neste caso, os juízes cuidaram do interesse superior da criança ou no do pai biológico?

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